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El derecho a no revelar la propia creencia ante la inferencia tecnológica no consentida de datos religiosos
| dc.contributor.author | Salido, Mercedes | |
| dc.date | 2025 | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-29T15:29:56Z | |
| dc.date.available | 2026-01-29T15:29:56Z | |
| dc.identifier.citation | SALIDO LÓPEZ, M., “El derecho a no revelar la propia creencia ante la inferencia tecnológica no consentida de datos religiosos”, Revista Jurídica Unicuritiba (online), vol.4, n.84, pp. 434-470, outubro a dezembro – 2025. ISSN: 2316-753X. | es_ES |
| dc.identifier.issn | 2316-753X | |
| dc.identifier.uri | https://reunir.unir.net/handle/123456789/18852 | |
| dc.description | Objetivo: Este artigo analisa o alcance do direito de não divulgar crenças religiosas diante de novas formas de criação de perfis automatizada derivadas do uso de IA e análise de big data. Busca determinar se a proteção prevista no Artigo 16.2 da Constituição Espanhola pode ser estendida a situações de inferência tecnológica sem a intervenção ou o consentimento do indivíduo. Metodologia: Adota-se uma abordagem dedutiva e qualitativa, baseada em uma revisão da literatura especializada, juntamente com uma análise dos principais marcos regulatórios relacionados ao tema. Isso é complementado por um estudo de caso sobre a inferência automatizada de atributos sensíveis em ambientes digitais. Resultados: Os principais resultados indicam que (1) o direito de não divulgar crenças religiosas abrange tanto a recusa em responder a perguntas diretas quanto a proteção contra pressão indireta ou efeitos adversos resultantes do silêncio; (2) as tecnologias atuais permitem que crenças religiosas sejam inferidas a partir de dados aparentemente neutros, gerando exposições não consensuais; (3) embora o RGPD e a Lei de IA restrinjam o tratamento de dados sensíveis, não oferecem proteção suficiente contra os riscos de criação de perfis religiosos não biométricos. (4) Os conceitos de “declarar” e “compelir” exigem uma interpretação mais ampla que incorpore as divulgações resultantes de processos tecnológicos automatizados. Contribuições: Este trabalho oferece uma proposta interpretativa que atualiza o âmbito do direito de não divulgar crenças religiosas diante da inferência automatizada e destaca a necessidade de adaptar esta garantia constitucional aos desafios tecnológicos emergentes. | es_ES |
| dc.description.abstract | Objetivo: El trabajo analiza el alcance del derecho a no revelar las creencias religiosas ante las nuevas formas de perfilado automatizado derivadas del uso de IA y análisis masivo de datos. Se busca determinar si la protección prevista en el art. 16.2 CE puede extenderse a situaciones de inferencia tecnológica sin intervención ni consentimiento del individuo. Metodología: Se adopta un enfoque deductivo y cualitativo basado en el examen de bibliografía especializada, junto con el análisis de los principales marcos normativos relacionados con el tema. Se complementa con el estudio de casos sobre inferencia automatizada de atributos sensibles en entornos digitales. Resultados: Los principales hallazgos indican que (1) el derecho a no revelar la creencia religiosa comprende tanto la negativa a responder a preguntas directas como la protección frente a presiones indirectas o efectos adversos derivados del silencio; (2) las tecnologías actuales permiten inferir convicciones religiosas a partir de datos aparentemente neutros, generando exposiciones no consentidas; (3) aunque el RGPD y el AI Act restringen el tratamiento de datos sensibles, no ofrecen una cobertura suficiente frente a los riesgos del perfilado religioso no biométrico; (4) los conceptos de “declarar” y “obligar” exigen una interpretación ampliada que incorpore las revelaciones resultantes de procesos tecnológicos automatizados. Contribuciones: El trabajo aporta una propuesta interpretativa que actualiza el alcance del derecho a no revelar las creencias religiosas frente a la inferencia automatizada y subraya la necesidad de adaptar esta garantía constitucional a los desafíos tecnológicos emergentes. | es_ES |
| dc.language.iso | spa | es_ES |
| dc.publisher | Revista Jurídica unicuritiba | es_ES |
| dc.relation.ispartofseries | ;vol. 4, nº 84 | |
| dc.relation.uri | https://revista.unicuritiba.edu.br/index.php/RevJur/article/view/8163/pdf | es_ES |
| dc.rights | openAccess | es_ES |
| dc.subject | IA | es_ES |
| dc.subject | libertad religiosa | es_ES |
| dc.subject | perfilado automatizado | es_ES |
| dc.subject | RGPD | es_ES |
| dc.subject | liberdade religiosa | es_ES |
| dc.subject | criação de perfis automatizado | es_ES |
| dc.subject | GDPR | es_ES |
| dc.subject | AI | es_ES |
| dc.subject | religious freedom | es_ES |
| dc.subject | automated profiling | es_ES |
| dc.title | El derecho a no revelar la propia creencia ante la inferencia tecnológica no consentida de datos religiosos | es_ES |
| dc.title.alternative | O direito de não revelar suas crenças diante de inferência tecnológica não consencitida de dados religiosos | es_ES |
| dc.title.alternative | The right not to reveal one's belief in the face of non-consential technological inference of religious data | es_ES |
| dc.type | article | es_ES |
| reunir.tag | ~OPU | es_ES |





