Resumen
O turismo é uma forma de falar do poder, o turismo tem o poder de nomear o que é produto, destino e atrativo turístico (cf. Nogués Pedregal, 2019). Este texto tem como objetivo abordar o Caminho Português Interior de Santiago de Compostela (CPIS) desde a perspetiva da de!nição da sua rota turísticocultural e das suas possibilidades de desenvolvimento. Iniciamos o texto com um enquadramento teórico das rotas e os itinerários culturais para logo analisar a legitimação historicista da construção social e política desta rota. Para isso selecionamos três dos guias mais importantes que descrevem esta rota, e frisamos o seu poder para representar o território e moldar a experiência do visitante. Finalmente apresentaremos uma análise do potencial estratégico e das possibilidades de desenvolvimento desta rota turístico-cultural.
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